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Redes Sociais

"Na minha empresa as redes sociais são proibidas. Funcionário não usa durante o expediente e ninguém fala da empresa por lá". Profundamente enganado está quem pensa dessa maneira. Primeiramente, porque você pode bloquear o acesso dos computadores da empresa a alguns sites, mas não pode controlar o que os funcionários fazem ou falam longe dali. E pode, menos ainda, bloquear o que os seus clientes falam sobre você. O direito à liberdade de expressão é constitucional.

Então saiba: querendo ou não, você está na rede. No Facebook, no Twitter, no Linkedin, no Google. Se você já está, então é melhor saber o que falam de você, não é? Por isso, é fundamental ter uma equipe de especialistas para monitorar sua imagem nas redes, ter uma postura ética em caso de problemas ou críticas, interagir de maneira eficiente com a sua comunidade (formada tanto por clientes como fornecedores e funcionários).

Como se faz isso? Criando um canal institucional, que pode ser uma Fan Page, no caso do Facebook, uma conta, no caso do Twitter, ou um canal, no YouTube. Cada rede exige um conteúdo em formato diferente. De nada adianta ter uma conta no Twitter só para mandar os links do site oficial. Cada canal tem o seu público, sua peculiaridade. O Twitter é o canal da informação rápida, direta. O Facebook é lugar de informação afetiva, com imagens que agradam, que conquistam. Para tirar o melhor proveito de cada uma, é fundamental usá-las com profissionalismo e atender a todas as demandas, interagir com o público. A falta ou a demora na resposta podem mostrar inabilidade ou descaso com o cliente.


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